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Acidi propõe implantação da Junta do Comércio em Itaquaquecetuba

Acidi recebeu a visita do assessor especial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Estado de São Paulo

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Itaquaquecetuba (Acidi), Luciano Dávila, solicitou a implantação da Junta Comercial, órgão responsável pelo registro de atividades ligadas a sociedades empresariais, na sede da entidade. O pedido foi feito na manhã de ontem durante encontro com o assessor especial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Estado de São Paulo, Paulo Alves Pereira, que representou o titular da pasta, o deputado federal licenciado Rodrigo Garcia (DEM).

A proposta de Dávila é para que os serviços prestados pela Junta Comercial sejam feitos pelas associações comerciais, gerando receitas e uma melhora no fluxo do caixa. “Hoje as empresas se instalam em Itaquá, mas não nascem aqui. Uma mudança simples geraria receita para entidade municipal e desburocratizaria o processo beneficiando o microempreendedor”, adiantou.

Além de Dávila, estiveram presentes no encontro o presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Arujá, João Carlos Romão, e o diretor de Assuntos Médicos e da Saúde da Acidi, Deives Alan Fornazza.

O presidente da Acidi acrescentou que o apoio dos poderes públicos para a manutenção de entidades é de extrema importância. Um dos exemplos que comprovam isso é o Sincomércio, que recebe verbas federais. No entanto, o mesmo não acontece com as associações comerciais, que garantem seus orçamentos somente com as contribuições de associados e ações paralelas. “O papel das associações comerciais é de extrema importância, principalmente na proteção do comércio e incentivo ao consumo, fortalecendo a economia do País. Sem uma participação ativa do poderes públicos, a tendência é a falência das instituições. A Junta Comercial beneficiaria todas a associações do Alto Tietê”, reforçou Dávila.

Já o presidente a ACE de Arujá propôs um subsídio vindo por meio de um projeto de lei com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que poderia inclusive ser repassado pela Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). “Hoje em Arujá sobrevivemos de ações pontuais, mas tudo muito justo”, lembrou.

Ciente da necessidade de melhorias para as associações comerciais, o assessor pessoal Paulo Alves Pereira prometeu levar as reivindicações ao secretário Rodrigo Garcia. “Não sabíamos da carência existente nessas entidades. Vou levar as propostas ao Rodrigo (Garcia) e me empenhar para buscarmos uma solução junto ao Governo do Estado. O deputado Rodrigo está disposto a colocar sua experiência como gestor público em benefício da população da região. Quando entramos em uma briga, vamos até o fim”.

Propostas

Ainda durante o encontro na Acidi, Luciano Dávila propôs a vinda de mais duas unidades do Bom Prato para Itaquaquecetuba. A proposta é descentralizar o programa social, levando às extremidades do município. Rodrigo Garcia foi o responsável pela ampliação do número de restaurantes do Bom Prato, que oferece alimentação balanceada e de qualidade ao preço de R$ 1,00 o almoço em 39 unidades no Estado.

Outra iniciativa apresentada por Dávila é a destinação de alguns serviços oferecidos pelo Banco do Povo para a sede da Acidi. “Temos estrutura e conhecimento para ajudar da melhor forma o empresário e o comerciante. A Acidi tem tido papel fundamental na execução de projeto que garantam aos investidores municipais uma vida saudável em suas finanças, gerando assim a manutenção dos empregos e uma economia aquecida”, concluiu.